21 de set de 2009

O Duelo

Certo dia, a pedra disse: Eu sou forte!
Ouvindo isso, o ferro disse:
Eu sou mais forte que você! Quer ver?
Então, os dois duelaram ate que a pedra se tornasse pó.

O ferro, por sua vez, disse: Eu sou forte!
Ouvindo isso, o fogo disse:
Eu sou mais forte que você! Quer ver?
Então os dois duelaram ate que o ferro se derretesse.

O fogo, por sua vez, disse: Eu sou forte!
Ouvindo isso, a água disse:
Eu sou mais forte que você! Quer ver?
Então, os dois duelaram ate que o fogo se apagasse.

A água, por sua vez, disse: Eu sou forte!
Ouvindo isso, a nuvem disse:
Eu sou mais forte que você! Quer ver?
Então, as duas duelaram ate que nuvem fez a água evaporar.

A nuvem, por sua vez, disse: Eu sou forte!
Ouvindo isso, o vento disse:
Eu sou mais forte que você! Quer ver?
Então, os dois duelaram ate que o vento soprasse a nuvem,
E ela se desfizesse.

O vento, por sua vez, disse: Eu sou forte!
Ouvindo isso, os montes disseram:
Nós somos mais fortes que você! Quer ver?
Então, os dois duelaram ate que o vento ficasse preso,
Dentre o círculo de montes.

Os montes, por sua vez, disseram: Nós somos fortes!
Ouvindo isso, o homem disse:
Eu sou mais forte que vocês! Querem ver?
Então, o homem, dotado de grande inteligência,
Perfurou os montes, impedindo que eles prendessem o vento.

Acabando com o poder dos montes, o homem disse:
Eu sou a criatura mais forte que existe!
Ate que veio a morte e o homem, que achava ser
Inteligente e forte suficiente, com um golpe apenas,
Acabou com o homem.

A morte ainda comemorava, quando, sem que ela
Esperasse um homem chamado "JESUS" veio e,
Com apenas 3 dias, venceu a morte e todo
O poder foi lhe dado na terra como no céu.
Como se não bastasse ter vencido a morte, ele nos
Deu o direito de ter "vida eterna", através do seu
Sangue, que nos liberta de qualquer pecado.


(Autor: desconhecido)

16 de set de 2009

AOS PROFESSORES E PAIS COMPROMETIDOS COM A BOA EDUCAÇÃO!

Graça e Paz!
Estamos vivenciando esta situação?
Somos educadores e testemunhas!
Pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável:

"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos... Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"

O Senhor é meu Pastor

Graça e Paz!
Estava matutando sobre a expressão bíblica do Salmos 23, tão conhecida de crédulos e incrédulos, e concluindo que o poeta, agora já não tão menino, mas calejado pelas brigas e delusões de um reino perto, porém assaz distante Deus, chegou a uma realidade não obvia, desconhecida da grande massa de plebeus: “... Tu estás comigo”. Parece fantasioso esta falácia, pois a mesmice soa em nosso ermo coração maltratado pelo “vale de sombra da morte”; a ineficiência do sistema religioso agrava a dor de cada alma que busca refugio, e instiga um êxodo sem fim na busca de um alivio para seu tormento: “... Tua vara , e teu cajado me consola...”

Com um olhar mais atendo verifica-se que apesar da triste realidade que vivemos encontramos “pasto verde” e “alma refrigerada”; apesar de paradoxal, o salmista deixa nas entrelinhas a certeza, que mesmo sendo difícil o nosso dia-a-dia, o Senhor está conosco; e obstante as lassitudes e erros que possamos cometer, Ele nos leva “as águas tranqüilas... por amor de seu Nome”. Ninguém soube dizer isto com exímia propriedade, pois nesta composição mais que qualquer inspiração, a experiência foi o diferencial. O pecado confessado deu lugar a uma renovação de espírito e nos diz que Deus não é pastor de homens sobrenaturais, mas de vidas normais dispostas a buscar perdão e cada queda, para que possam dizer como Davi: “Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida"

15 de set de 2009

Parabéns Mamãe!!!

É o que deseja toda sua família.




Nossa Mãe



Mãe você não se lembra
Mas eu não esqueci
Das tuas orações
De joelhos dobrados
Com o rosto molhado
Choravas por mim

Mãe eu era pequeno
Quando a senhora
Pra mim assim falou
Deus abençoe o meu filho
Pra ele cresça no caminho do amor

Mãe sou teu fruto
Do coração o amor
Sou teu sorriso
Tu és meu abrigo
Na hora da dor

( by Marcos Antônio)



14 de set de 2009

Acabe o show, restaura o louvor.

Há uma famosa composição da atualidade — ou melhor, duas em uma, intituladas “Meu Mestre” e “Vou Morar no Céu”— que vem sendo entoada de modo efusivo em nossas igrejas, quer por conjuntos (coral, mocidade, adolescentes), quer nos momentos de louvor coletivo. Por meio dela, dizemos, como se fosse uma oração: “Acabe o show, restaura o louvor”.
Assim começa a dúplice composição: “A minha vida é do Mestre/ Meu coração é do meu Mestre/ O meu caminho é do Mestre/ Minha esperança é meu Mestre”. Vida, coração, caminho e esperança. O compositor foi feliz ao escolher os elementos que devem ser entregues ao nosso Mestre e Senhor Jesus Cristo, ainda que não cite o nome de Jesus diretamente. Mas, temos mesmo entregue tudo isso a Ele, ou cantamos da boca para fora, deixando-nos envolver pela melodia?
Se entregamos a nossa vida ao Senhor, vivemos para Ele, e não mais para o mundo (1 Jo 2.15-17). Se lhe entregamos o centro da nossa vida espiritual, o coração, significa que priorizamos as coisas espirituais, e não os bens materiais e nosso próprio eu (Gl 2.20; Cl 3.1,2). Se entregamo-lhe o nosso caminho, então é Ele quem dirige a nossa vida (Sl 37.5). E, se depositamos nEle a nossa esperança, estamos aguardando ansiosamente o Dia em que Ele virá nos buscar, pois esta é bem-aventurada esperança da Igreja (Tt 2.11-14).
“A Deus eu entreguei/ O barco do meu ser/ E entrei no mar a fora/ Pra longe eu naveguei/ Não vejo mais o cais/ Só Deus e eu agora”. A composição é realmente linda. Não há o que contestar quanto à letra. E a melodia contribui para cantarmos com emoção, sentimento. Contudo, como o nosso culto ao Senhor é racional, precisamos saber o que estamos cantando. Temos, de fato, entregue a direção da nossa vida a Deus, a ponto de sermos apenas nós e Ele?
Numa envolvente e cativante gradação, a composição continua: “Na solidão da lida/ Eu pude perceber/ O quanto Deus me ama/ As ondas grandes vêm/ Tentando me arrastar/ Pra longe da presença dEle”. Salienta-se, aqui, que na caminhada do cristão verdadeiro há muitas tribulações (Jo 16.33; Rm 8.18). Não vivemos em um mar de rosas. E, nos momentos mais difíceis, quando ficamos sós, na verdade temos a companhia do nosso Ajudador (Hb 13.5,6; Sl 46.1). Mas isso precisa ser cantado e vivido pelos servos do Senhor.
Depois do refrão “A minha vida é do Mestre”, a primeira composição — “Meu Mestre” — emenda com “Vou Morar no Céu”. E isso ocorre num momento em que todos estamos envolvidos pela música, quase em êxtase. Diz a composição: “Ainda bem que eu vou morar no céu/ Ainda bem que eu vou morar com Deus”. Mas, pergunto: Queremos, de fato, morar com Deus agora? Se sim, por que nos apegamos tanto a bens materiais? Por que tantos desafios, campanhas por prosperidade? Por que não demonstramos amor à Vinda de Cristo?
O compositor, então, explica por que é melhor morar no Céu: “O mundo está cheio de horror/ Os mentirosos reinam sem pudor/ Mentes brilhantes planejando o mal/ Mas eu não desanimo, pois sou sal/ A integridade foi pro além/ No mundo ninguém ama mais ninguém/ Mas Ele prometeu que vai voltar, pra nos buscar”. Ah, se a igreja evangélica brasileira fosse sal! Ah, se estivéssemos, verdadeiramente, esperando com ansiedade a Segunda Vinda do Senhor!
Reconheço: a letra é bonita. Não estou escrevendo contra ela e seu compositor. Mas estou refletindo sobre como estamos mentindo para Deus, no momento do louvor. E o que vem depois confronta ainda mais o ideal com o real: “Restaura a tua casa, oh SENHOR/ Acabe o show, restaura o louvor”. Queremos isso mesmo, ou estamos cantando por cantar?
Ora, vamos à realidade. No mínimo, dois terços dos nossos cultos (cultos?) são formados por cântico e música. Uma canção emenda na outra, num interminável show de cantoria e, em muitos lugares, dança. E a tendência é piorar, pois os hinos (hinos?) entoados em nossas igrejas estão cada vez mais longos, posto que foram preparados especificamente para shows com várias horas de duração — onde não há exposição da Palavra, mas “ministrações” dos próprios adoradores-astros —, e não compostos para um culto ao Senhor com apenas duas horas de duração.
O compositor vai mais além: “Riqueza e fama agora é a pregação/ Já não se fala mais em salvação”. Mensagem contundente, que cantamos, mas não vivemos. Quais são os pregadores mais admirados por nós, hoje? Quais são os expoentes que pregam nos eventos que reúnem multidões? Os que falam da cruz, como Paulo? Os que discorrem sobre o Justo, como Estêvão? Os que anunciam a Cristo, como Filipe? Não! Admiramos pregadores que nos desafiam a semear R$ 900,00 no ano de 2009 para ter a unção financeira! Admiramos pregadores que prometem o milagre do depósito em conta bancária...
Mais uma vez, numa entusiástica gradação, a composição diz: “O mundo está tentando enganar/ Aquele que o SENHOR virá buscar/ Mas permaneço firme com minha cruz/ Pois sou luz”. O autor e intérprete dessa composição é luz? Os seus músicos e integrantes do backing vocal são luzes? Os “levitas” e “adoradores extravagantes” do nosso tempo são luzes? Os pregadores da prosperidade são luzes? Os telepregadores são luzes? Você é luz, caro leitor? Eu sou luz? Nós temos sido luzes, neste mundo tenebroso? Permanecemos firmes com a nossa cruz, seguindo àquEle que nos chamou das trevas para a luz (Lc 9.23; 1 Pe 2.9,10)?
Que acabe o show! O show da falsidade, da mentira, da apelação, do engodo, do amor ao dinheiro. E que voltemos a cultuar ao Senhor Jesus em nossas igrejas! Com menos cantoria e mais louvor. Com menos triunfalismo e mais pregação cristocêntrica. Com menos sofisticação e mais simplicidade. Com menos performance gestual e mais quebrantamento do coração. Com menos descontração e mais arrependimento. Renova-nos, Senhor!
Ciro Sanches Zibordi

1 de set de 2009

Uma colônia de férias para ateus

Graça e Paz!

Apesar de interessante, é bom estamos alertas!

Superinteressantes - Set/2009

Era assim que os Brasileiros viam o Brasil

Graça e Paz!




No livro Inocência escrito pelo Visconde de Taunay (1843-1899) e publicado em 1872, conta a paixão proibida de Inocência - filha de um sertanejo rústico prometida à um tal de Manecão - e Cirilo – médico tipo da época. Um livro que mostra o temperamento inabalável do sertão. Nele tem uma conversa entre um naturalista alemão (Meyer) e Pereira ( pai de Inocência). Neste trecho fica claro o pensamento eufórico que existia quanto a riqueza do Brasil.




(...)
Começou o naturalista a mastigar com a lentidão de um animal ruminante, interrompendo de vez em quando o moroso exercício para exclamar:
--Delicioso, com efeito! Muito delicioso.
(...)
--Na Alemanha, observou Meyer contemplando um grão de feijão, a maior fava não chega a este tamanho. Aqui a fava de lá teria polegada e meia pelo menos. Um almoço, assim, havia de custar na Saxônia dois táleres, ou pelo câmbio que deixei no Rio de Janeiro, dois mil e quinhentos réis...
Interrompeu-o Pereira com gesto cômico.
--Dois mil e quinhentos? Ora, que terra essa! Como é que se chama?
-- Sac-sônia, respondeu o alemão com gravidade.
--Saco-sonha! exclamou Pereira. Não conheço... Mas, então lá muita gente há de andar a morrer de fome...
--Pelos últimos cálculos, replicou Meyer com várias pausas durante as quais introduzia enormes colheradas da mistura que lhe aconselhara o anfitrião, é sabido que em Londres morrem no inverno oito pessoas à míngua, em Berlim cinco, em Viena quatro, em Pequim doze, em Iedo sete, em...
--Salta! atalhou Pereira exultando de prazer, então viva cá o nosso Brasil! Nele ninguém se lembra até de ter fome. Quando nada se tenha que comer, vai-se no mato, e fura-se mel de jataí e manduri, ou chupa-se miolo de macaubeira. Isto é cá por estas bandas; porque nas cidades, basta estender a mão, logo chovem esmolas... Assim é que entendo uma terra... o mais é desgraça e consumição . . .
--Decerto! corroborou o alemão, o Brasil é um país muito fértil e muito rico. Dá café para meio mundo beber e ainda há de dar para todo o globo, quando tiver mais gente... mais população...
(...)

(Inocência – Capitulo XI – O Almoço, pág 62)


Era assim que os Brasileiros viam o Brasil naquela época...

27 de ago de 2009

Graça e Paz!

Não sou assíduo na net, porém quando navego vejo muitos sites relagionados à nossa crença, e quando pensava já ter visto de tudo, encontro o testemunho do Pr. Paulo Roberto que me deixou embasbacado. Segue trecho de seu testemunho.




"Naquele momento, um poder de Deus tão grande desceu sobre o galinheiro e todas as galinhas começaram a falar em línguas angelicais. De repente uma galinha do outro lado do puleiro, começou a falar com mais autoridade e todas as outras galinhas pularam do puleiro em reverência, enfiaram o bico na terra, cruzaram as asas e gemiam dizendo: Hummm, hummm, fala com o Teu filho Senhor. Naquele momento aquela galinha que falava com mais autoridade, veio rodeando um lado do puleiro e um galo a acompanhava do outro lado, quando chegaram onde eu estava, a galinha colocou a asa na minha testa, falava em línguas angelicais e o galo interpretava, e a interpretação de Deus no bico do galo foi esta: “MEU FILHO PAULO, NÃO PRATIQUES O SUICÍDIO, NESTE MOMENTO ESTOU TE CURANDO DE CÂNCER, TE LEVANTANDO UM PREGADOR DA MINHA PALAVRA. VOU CUIDAR DA SUA AGENDA, PORQUE O MUNDO CONHECERÁ O SEU NOME, TE USAREI COMO MÉDICO NO MEIO DO MEU POVO, POR ONDE TU PASSARES, CURAREI OS ENFERMOS . E naquele momento eu fui radicalmente, totalmente curado de câncer pelo poder de Deus."

Finalizo ratificando minha fé pentencostal, e com a fala do mestre Paulo: "Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino."(I Co 13.11).

...O Gêneses...

Graça e Paz!


Recomeçando juntando dois blog's em apenas um ( Luz e Paz e Verves de um Menino), num novo endereço e com um nome já conhecido.


VERVES DE UM MENINO continua sendo o local de minhas inspirações, mesclado com a diversificação do Luz e Paz.


Quero comerçar com uma apreciação musical, com o cantor Adrián Romero.





El Aire de Tu Casa


Quiero respirar el aire de tu casa

Disfrutar de tu fragancia y llenarme de ti

Quiero en tu presencia estar todos los días

Y llenarte de alegría en tu jardín


Quiero estar tan cerca que te pueda respirar

Y un solo latido pueda yo escuchar

Quiero estar tan cerca que te pueda yo tocar

Y que tu pureza pueda yo imitar

Quiero ser tu amigo... quiero estar contigo


Quiero navegar el mar de tu mirada

Y saber que no habrá nada

Que me aparte de ti

Quiero caminar siguiéndote los pasos

Y aprender en tu regazo

Lo que esperas de mí

(Adrian Romero)