18 de mai de 2011

VERDADE E VIDA

Num momento de observação dos acontecimentos recentes, e outros não muito distante, despidos de qualquer capa que nos torne homens extraordinários, nossas convicções de vida e fé são mesclados de tristeza e duvidas; pois o “destino” – mestre irônico da nossa íngreme estrada – teima ser injusto. De repente as rosas, tornam-se espinhos; a lua, sol; a água, fogo; os sonhos, pesadelos; a vida, morte... E o tempo parece parar. Os olhos cansam e já não existe lágrimas, pois a dor foi enclausurada dentro do mais profundo interior; e o aparente riso, na vera, é o meio que encontramos de mascarar nossa delusão.

A distancia entre as perguntas e as respostas é um colossal abismo, onde os principais objetivos são precipitados, junto com eles nossa êxtase; então ficamos petrificados às mazelas e pecados de uma liça sem sentido. É nesse estagio de agonia introspectiva que o sobrenatural acontece; pois na busca insaciável por um riso quase impossível, ficamos face a face com a Verdade; e ela pode nos libertar...Libertação de uma vida limitada ao plano terreal, para uma atmosfera etérea, onde a Vida morre e assume a condição de desgraça, antes imposta a todos.

Uma palavra: Vida. Longe da definição humana, nossa insensatez é sobrepujada pela fé, que por sua vez, torna certo aquilo que se espera; todas as respostas serão secundaria, quando esta for arreigada no mais profundo do nosso coração. E apesar das aflições imposta pela sobrevivência, a Paz será o divisor de águas.

João 14.6, 27 – “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a Verdade e a Vida... Deixo-vos a PAZ, a minha PAZ vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.”   

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